Gaydreamings

Uns fazem-no. Outros gostariam de o fazer. E outros sonham-no...

30.3.06

Mecanico procura emprego

25.3.06

Aventura na sauna II

Quando recompostos, voltamos os três para um passeio pelo espaço para ver as vistas e acabamos os três sentados na banheira de hidromassagem. Enquanto víamos o filme porno que passava tv, rapidamente estávamos os três a acariciar os respectivos paus e a olhar uns para os outros. Nada tardou em que estivéssemos agarrados aos paus uns dos outros, acariciando-nos mutuamente., enquanto os paus tomavam proporções gigantescas. Ali estivemos durante algum tempo, enquanto alguns homens passavam pela sala e nos observavam.

Quando deixaram de passar, um dos rapazes prontificou-se a mamar-me o pau, que para isso tive de me sentar no rebordo da banheira. Rapidamente o outro rapaz se levantou e pôs-se em posição para me meter o pau dele na boca e inicia-mos assim a segunda ronda de sexo. Mantivemo-nos nesta mamada, até que o rapaz que me mamava sofregamente o pau se levantou e decidiu que queria ser comido, foi então que me virou as costas e resolveu sentar-se no meu pau. Lentamente foi descendo. Fui sentindo meu pau a penetrar aquele buraquinho que era apertadinho até que ficou todo dentro dele. Ele parou e começou a contrair o cuzinho, apertando o meu pau e pondo-me maluco.

Quando deu conta disso começou então num sobe e desce lento e moroso, de forma a sentir o meu pau a roçar-lhe o buraquinho todo, sentindo-o a entrar lentamente. Começou assim a ficar maluco com aquilo e começa a montar o meu pau aumentando a velocidade e a gemer ao mesmo tempo. Estava a delirar com aquilo. Nisto o outro rapaz que já não conseguia ser mamado por mim em condições, foi-se colocar frente a ele e pôs-lhe o pau mesmo frente à boca a ver no que dava e ele não perdeu a oportunidade de começar a mamar. E quanto mais mamava e me montava, mais ele gemia. De repente abriu-se a porta da sala e nenhum de nós se incomodou, pois a loucura era tanta... entrou naquele instante um homem alto, de cabelos grisalhos, corpo definido, com tudo no sítio e rapidamente tirou a toalha se sentou dentro da banheira a observar aquilo tudo.

Continuamos assim a foder, até que o rapaz que era mamado se inclina levemente para ajudar o novo participante a acariciar o pau. Inclino a cabeça para trás de tanto prazer e quando e volto a levantar, estava o grisalho em pé a roçar o pau dele no cu do outro e sem muitas demoras, mete-lhe o pau todo dentro do cu, começando a fode-lo como um cavalo selvagem.

Penso que cansados da posição, ambos os montados se desencaixaram e resolveram mudar de posição. Puseram-se então os dois, como que combinados, inclinados para o lado de fora da banheira, oferecendo os cuzinhos para nós comermos. Assim fizemos. Rapidamente nos pusemos detrás deles e começamos a foder os cuzinhos ao mesmo ritmo.

Alguns minutos mais tarde, trocamos, pois eu também queria comer o outro cuzinho que era redondinho e arrebitado. Bastou fazer um sinal com a cabeça, que o grisalho logo entendeu e aceitou, claro. Trocamos e reiniciamos a foda. Fodemos feitos loucos, ao som dos nossos tomates a bater nos cuzinhos deles, dos gemidos deles, que de vez em quando se beijavam e dos gemidos que vinham do filme. Pouco tempo demorou até que disse “vou-me vir” para o outro dizer “também eu”e os rapazes tiraram os cus e viraram-se rapidamente para que nos viéssemos. E assim foi. Viemos-nos os dois para as caras deles, que esfomeadamente receberam os nossos leites.

Acabamos por ficar ali algum tempo a conversar até que fomos todos embora e nunca mais os voltei a encontrar, infelizmente.

24.3.06

Isto sim é uma ma..da!!!

Não resisto a contar-vos um episódio que acabou de me acontecer: estava com o meu namorado agora aqui no computador a ver uns sites com imagens de homens e, de repente, abriu-se uma janela que tinha imagens de sexo explícito entre homens.

Qual não é o meu espanto (eheheh) que ambos ficamos excitados. Em seguida disse-lhe “tenho aqui um problema que inchou e não consegue desinchar”. Ao que ele me responde “se quiseres posso tratar-te disso”.

Foi então que ele me abriu i robe e começou a lamber os meus tomates lentamente, as virilhas, os tomates novamente. Começa lentamente a subir com a língua pelo meu pau acima até chegar à cabecinha, que a esta altura já pingava e suavemente ele lambe aquela gotinha que havia na pontinha.

Estremeci com aquela lambidela e disse-lhe “se continuas, não sei não”. E ele, feito puta, sorriu e volta a descer a língua até aos tomates e mete-os na boca. Volta a subir a língua e começa a beijar o meu pau. Beija-o. Lambe-o. Mete-o todo na boca até ao fundo (e o meu pau é até de dimensões consideráveis) e começa a tirá-lo devagarinho, apertando-o com os lábios e a língua até chegar à cabecinha. Começo a delirar e agarro-lhe a cabeça para o ajudar a meter tudo. Assim ele continua. Começa a mamar freneticamente.

Agarro-lhe a cabeça com as mãos e começo-lhe a foder a boca. A determinada altura digo-lhe que estou a ficar maluco e os gemidos soltam-se. E ele diz-me “não te venhas ainda”. Ao que respondo não saber se aguento. E ele diz-me que quer ser comido.

Ele para de mamar para voltar a lamber. Chafurda no meu pau. Esfrega-o na cara. Digo-lhe que estou com vontade de lhe dar o meu leitinho e ele não resiste. Volta ao ataque na mamada e mama-o todo, acariciando-me os tomates com uma mão, enquanto a outra ajuda a boca numa punheta.

Entro em delírio. E, de repente, rebento de tesão e estouro todo o meu leitinho em jorros loucos.

Como sempre digo: ele faz mamadas que valem por uma boa foda.

23.3.06

Alguém quer que lhe esfregue as costas?

Aventura na sauna I

Uma das vezes que fui a uma sauna gay tive uma experiência que se tornou reveladora. Cheguei por volta das 19h e lá fui eu despir-me e vestir-me a rigor para a ocasião: toalha à cintura e chinelos. E iniciei o passeio pelo local. Passei pela sala de estar. Dei um giro pelos corredores, passando pela jacuzi, sala de sauna e terminando no banho turco, onde resolvi ficar para relaxar um pouco antes de qualquer outra coisa.

Quando estava a começar a relaxar entram dois rapazes bem apetitosos que se deveriam conhecer, pois falavam como se assim fosse. Sentaram-se lado a lado no banco que estava à minha frente. E assim fiquei com uma visão que ainda ajudava a relaxar mais, vendo dois troncos esculpidamente trabalhados e duas pernas igualmente esculpidas e com ambas toalhas entreabertas, como que a tentar mostrar um caminho a percorrer. E que caminho!

Fez silêncio. Os rapazes repararam que eu os observava desde que tinham entrado. E iniciaram um beijo longo. Viam-se perfeitamente as línguas enroscadas uma na outra e quando olho para baixo, noto que um deles já tinha o pau a meia haste, enquanto o do outro já pulsava totalmente fora da tolha. O beijo não tinha fim e as mãos deles iniciam uma busca incessante de algo. Percorriam os corpos um do outro e, de repente, pararam nos paus um do outro. Aquilo estava a deixar-me maluco. Claro está que o eu pau latejava feito potro selvagem. Não resisti e abria minha toalha mostrando o que tinha para dar. Eles observaram e um deles fez-me sinal para me aproximar.

Nem hesitei. Aproximei-me e debrucei-me sobre aqueles troncos. E comecei a mamar ora um ora outro, durante longas lambidelas e chupadelas, até que um deles pegou em mim, levantou-me e os dois se debruçaram sobre o meu pau, que estava hirto e duro como uma pedra. Começaram a lambe-lo em simultâneo. Ora o metia um ora o outro dentro das bocas quentinhas e gulosas. Aquilo era uma loucura.

A certa altura um deles foi para trás de mim e começou a lamber-me o cu enquanto o outro continuava a mamar-me e a chupar-me como uma puta com cio. Que sensação de prazer louco e incontrolável.

Assim estiveram até que eu comecei a gemer, sem conseguir controlar-me e com tremores que me percorriam o corpo todo como se de êxtase se tratasse. O bom naquilo tudo era não ter muita gente naquele dia e não houve penetras naquela sessão.

Claro está que não aguentei muito tempo naquilo. Os rapazes resolveram que eu seria o objecto de prazer deles naquele dia e assim foi. Tive uma explosão de leitinho para a cara do que me mamava que vi o teto do banho turco cheio de estrelas. Mas não ficamos por ali. Fomos tomar um duche e fumar um cigarro para a sala de Tv. e recompor-nos para o que se aproximaria.

Numa das minhas caminhadas pelo mato das dunas daquela praia e numa busca em vão daquele belo rapaz, apercebi-me, pela primeira vez, que aquela mata servia não para passeio, mas sim para engate luxurioso.Qual não foi o meu espanto que havia tantos homens por alí, como pelo areal da praia. E com cada um... Vê-se de tudo, mas na maioria homens bonitos e de corpos trabalhados. Alí andava eu a passear e em busca do outro, quando me deparo com uma imagem que normalmente só vemos nos filmes, pensava eu. Proximo de caminho que circulava encontrei dois rapazes, um com uma tanga vermelha, pelos joelhos e outro ainda de calção vestido, de cócoras fazendo uma descomunal mamada no outro. Descomunal, porque o tamanho do equipamento do tanga vermelha era algo digno de pontuação. Aquilo começou a fazer-se sentir no meu entre pernas, que rápidamente inchou. Alí fiquei a ver aquele espectáculo gratuito, quando outro rapaz se foi aproximando daquela zona e ficou muito próximo de mim, também a olhar para aquilo tudo. Assim estivemos até que, de repente, o tanga vermelha nos faz sinal para nos aproximarmos. o meu vizinho logo assim fez. E foi-se aproximando. Mal chegou perto deles o rapazdo calção foi logopondo a mão no novo pau e quando dei por ela estava a mamar ora um ora outro. Mas, como se não fosse sufieciente para aquela festa, o rapaz da tanga insistiu num convite para me aproximar deles. Aquilo mexia demais comigo. Por uma lado o racional que me dizia para não ir, devido aos riscos, mas por outro a líbido não prava de me dizer para me divertir.E fui. O rapaz do calção começou a lamber-me o pau, enquanto o novo rapaz mamava o tanga vermelha. No meio daquele calor, transpiravamos todos e ouviam-se uns gemidos abafados de todos os participantes. Parecia um filme porno, só que o actor principal era eu.Mas não ficamos por alí. O rapaz da tabga vermelha quis avançar mais e quando dei por ele, estava já a comer o novo rapaz, enquanto o do calção me mamava insistentemente e me metia o dedo no cu. Não reisiti e inclinei-me para lhe meter o dedo no cú também. Ao que me retorquiu: "come-me". Tive de recusar, com muito custo, mas sem camisinha nada feito. O único que estava prevenido era o da tanga vermelha. Percebi que aquilo era habitual por aquelas bandas.Como lhe tinha negado tal prazer, o da tanga resolveu satisfaze-lo e tirou o seu descomunal paiu do outro para lho meter bem fundo. Nisto o outro veio ajoelhar-se à minha frente para continuar o que outro fazia. E começou a mamar e a chupar sofregamente até não aguentar mais. E, mesmo avisando "vou-me vir", ele insistiu em continuar a mamar-me o pau todo até explodir, deitando-lhe o meu leitinho todo na cara e que ele esfregou com o meu pau com uma expressão de felicidade, como nunca tinha visto. Quando terminei dei conta que havia observadores muito perto de nós. Meti o meu pau no calção e sai dali rapidamente, enquanto eles continuaram. Estou certo que outro se terão aproximado para continuar o que deixei, mas não fiquei para constatar. espero que se tenham divertido

Vou começar por contar um dos episódios mais antigos que me aconteceu.Estava de férias numa praia de nudismo na Costa da Caparica, com referência nos guias gays. Uma bela praia, com um areal bem comprido e dunas imensas repletas de arbustos. Uma praia bem frequentada, no que respeita à beleza masculina. Passei o dia torrando-me ao sol e deliciando-me a com visões de homens bronzeados e trabalhados, pelo menos naquele dia senti que o meu dia estava cheio de sorte.
Como era costume, ficava sempre até ao pôr-do-sol, evitando o trânsito que se acumulava no regresso. Nesse final de tarde, estava eu deitado na minha toalha, quando me apeteceu fumar um cigarro e ao tentar acende-lo, o meu isqueiro dava sinais de morte e ao olhar em redor apenas estava eu e um outro rapaz, um pouco afastado de mim, também deitado na sua tolha. Por mais que olhasse, não via mais ninguém e aquele rapaz não parecia que fumasse, pois durante os extensos instantes que o apreciei ao longo da tarde não o vi fumar.
Apreciei-o durante toda a tarde, pois ele era alto, de corpo esculpido e delineado, como que um esboço de um artista erótico, privilegiado pela natureza nas belas dimensões que pendulavam no final do seu tronco. Bastantes foram as vezes que o vi ir ao mar e regressar com o corpo molhado e brilhando aos reflexos dos raios de sol, evidenciando mais ainda as suas formas. Deixava-se secar e espalhava lentamente o seu creme ao longo de todo o corpo e sempre com os meus olhos atentos.
Qual não foi a minha sorte, que a determinada altura vi o rapaz acender um cigarro e meus pulmões gritaram aleluia. Sem mais demoras, levantei-me e dirigi-me a ele pedindo-lhe lume, que simpaticamente me ofereceu.
Voltei para a minha toalha e qual não foi o meu espanto que ao chegar à minha toalha ele vinha atrás de mim. E, ao sentar-me, perguntou-me se podia sentar-se ao pé de mim, ao que lhe respondi afirmativamente. Logo meu coração ligou o turbo e começou num batimento que até parecia que se via no peito. Imaginando o que gostava que me acontecesse, sem acreditar que me ia mesmo acontecer, encetamos uma conversa sobre a praia, o mar, a frequência de pessoas e de onde eu era. Por esta altura, ambos estávamos nus e eu tentava disfarçar a tesão causada pelo olhar que ia deitando ao belo instrumento que o rapaz possuía, imaginando as maravilhas que sentiria se o pudesse agarrar.
A determinada altura, reparou que eu o olhava e perguntou-me se gostava do que via, ao que respondi que sim. E começou a acariciar-se, sempre com o meu olhar atento e ali ficamos durante alguns minutos em silêncio, daquela forma. Até que me perguntou se queria tocar-lhe. Nem lhe respondi. Logo lhe toquei com uma das minhas mãos. Tinha uma pele sedosa do creme que foi colocando durante a tarde. Assim estive alguns segundos até que perdi o receio e o meu coração desacelerou e debrucei-me sobre aquele toro duro como pedra, para o beijar. Que delicia aquilo era. Lentamente comecei a lamber os testículos, subindo pelo tronco e chegando à cabecinha.
Ao olhar para ele, via-o de cabeça inclinada, trincando o lábio com quem pedia mais. Assim fiz. Iniciei então uma mamada longa e potente, ajudando com a mão, deixando-o louco de prazer. Chupei, mamei até que começou a dar sinais de loucura. E rapidamente explodiu em jorradas quentes o leitinho que tinha aquecido durante a tarde ao sol. Foi uma loucura para ambos. Ficamos por ali, pois anoitecia e teríamos de regressar. Limpamo-nos e despedimo-nos. No dia seguinte e até ao final das minhas férias estive atento, na esperança de o encontrar e continuar o que tínhamos começado, mas nunca mais o voltei a ver.
Claro que aconteceram outros episódios naquelas férias, mas ficarão para outros posts.

Intencionalmente

Queremos pensar que o sexo move o mundo. Pelo menos fa-lo existir (ou continuar a existir). Por isso dedicamos este blog a todos aqueles que de facto sabem do que gostam, como gostam e quanto gostam. Avisamos já que poderá ferir susceptibilidades daqueles que mais pudicamente, mas em segredo, vêem espreitar este tipo de "porcarias"....

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